O comércio exterior brasileiro vive sua maior revolução das últimas décadas com a implementação do Novo Processo de Importação (NPI).

O centro dessa mudança é a substituição da tradicional Declaração de Importação (DI) pela Declaração Única de Importação (DUIMP).

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O Conceito da DUIMP

Enquanto a DI é focada no "lote" e no momento da chegada, a DUIMP é focada na gestão de riscos e no reaproveitamento de dados.

A principal inovação é o Catálogo de Produtos.

Antes de registrar a DUIMP, o importador deve cadastrar seus produtos detalhadamente no Módulo Catálogo do Portal Único.

Uma vez cadastrado e validado, esse produto ganha um código que será reutilizado em todas as importações futuras, garantindo padronização e reduzindo erros de digitação.

Fim dos "Silos" de Informação

Na era da DI, o importador precisava digitar os mesmos dados em sistemas diferentes (Siscomex Importação, Orquestra, Sigvig, etc.

) para diferentes órgãos (Receita, Anvisa, Mapa).

Com a DUIMP, a integração é centralizada.

O princípio é "informar uma vez, usar muitas vezes".

Licenciamento: De LI para LPCO

A Licença de Importação (LI) dá lugar ao módulo LPCO (Licenças, Permissões, Certificados e Outros).

A grande vantagem é que um LPCO pode ser válido para múltiplas operações (se o órgão anuente permitir), diferentemente da LI que geralmente é "uma para um".

Além disso, a análise dos órgãos anuentes pode acontecer em paralelo com a conferência da Receita Federal, agilizando drasticamente o tempo de liberação (o chamado desembaraço sobre as águas).

Principais Mudanças Documentais e Operacionais

  • Antecipação: A DUIMP permite o registro antes mesmo da chegada da carga (para modais aéreos e marítimos em certas condições), permitindo que a mercadoria já chegue ao Brasil praticamente desembaraçada.
  • Pagamento Centralizado: O Pagamento Centralizado do Comércio Exterior (PCCE) substitui os antigos boletos e débitos manuais, permitindo uma visão clara do custo tributário e taxas portuárias em um só lugar.
  • Desligamento da DI: A transição é gradual. A Receita Federal estabeleceu um cronograma onde certos segmentos e tipos de operação migram para a DUIMP, enquanto outros ainda usam a DI, até o desligamento total do sistema antigo (Siscomex Importação VB).

Para as empresas, a migração para a DUIMP exige investimento em tecnologia, revisão completa do banco de dados de produtos (saneamento do cadastro) e treinamento das equipes.

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